Aniversário
As aguas movem-se silentes.
A mesma ponte, o mesmo rio.
Percebo eu ausente, muito.
De cada passo dado o pó sempre presente.
O olho do observador que não sabe.
O olho do observador que sabe.
Tudo em alucinante velocidade.
Nada disso é , mesmo, importante.
Quem, mesmo, se importa?
Escrito por homem comum às 09h56
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